A TRIA, empresa com 18 anos de tradição no mercado de movimentação de carga, marcou presença na Intermodal 2026 reafirmando seu papel como uma das precursoras de tecnologias no segmento de empilhadeiras no Brasil. Com um estande movimentado e um público qualificado, a marca apresentou o que há de mais moderno em AGVs (Veículos Autônomos Guiados) e soluções avançadas em baterias de lítio.
Um dos grandes destaques da feira foi a apresentação física das empilhadeiras autônomas da TRIA. Projetadas para otimizar operações com rotas repetitivas e longas distâncias, os AGVs eliminam a necessidade de um operador para trajetos simples, permitindo que o capital humano seja realocado para funções mais estratégicas na logística.

Eletrificação: O Caminho Sem Volta do Lítio
Pioneira no uso de baterias de lítio desde 2019, a TRIA trouxe para a Intermodal sua expertise em Lítio Ferro Fosfato (LFP). Diferente de outras composições químicas, essa tecnologia é imune a riscos de explosão ou incêndio, oferecendo uma operação limpa e segura.
A empresa destacou dois pilares fundamentais para o setor. Primeiro, o Retrofit de Baterias, onde empresas que possuem máquinas boas, mas com tecnologia antiga de chumbo-ácido, podem substituir apenas a bateria pelo kit de lítio da TRIA, elevando a vida útil do equipamento de 3 para até 10 anos.
Depois, o aumento de capacidade máxima, já que a eletrificação não se limita mais a máquinas leves. A TRIA revelou já ter acesso a empilhadeiras elétricas capazes de movimentar até 70 toneladas, atendendo desde o pequeno varejo até grandes terminais logísticos.
Saldo positivo
Mais do que comercializar equipamentos, a TRIA veio à Intermodal para se posicionar como uma consultoria de movimentação. Iamamoto enfatiza que muitos clientes operam com máquinas subdimensionadas ou superdimensionadas, o que gera riscos e custos desnecessários. “O conceito da TRIA não é vender empilhadeira, a gente vende soluções personalizadas”, afirma.
Em seu segundo ano na Intermodal, Marcelo analisa que teve um público mais selecionado e focado em fechar negócios, a feira serviu como termômetro para os próximos passos da companhia. Para o futuro próximo, a estratégia é clara: dobrar a aposta na robotização e na eletrificação total do portfólio, garantindo eficiência e sustentabilidade para a logística brasileira.
