Recarga de transporte por áudio: VaideBus lança novidade via WhatsApp

Por Victor Fagarassi

- março 17, 2026

Foto lancamento

A VaideBus ampliou as funcionalidades da sua plataforma e passou a oferecer recarga de transporte público por comando de voz via WhatsApp. A novidade permite que o usuário envie um áudio para realizar a recarga do cartão, sem precisar digitar.

A solução é viabilizada por um agente de inteligência artificial desenvolvido pela própria empresa, chamado VITORIA, capaz de interpretar mensagens de voz, identificar a intenção do usuário e conduzir automaticamente o processo de recarga.

A funcionalidade será disponibilizada nas cidades onde a plataforma já opera com interação por texto e faz parte da estratégia de expansão para novos mercados. Segundo a empresa, a taxa de conversão chega a 92%, com 92 em cada 100 usuários concluindo a recarga. O tempo médio da operação é de aproximadamente um minuto.

De acordo com Fernando Souza, diretor de tecnologia e fundador da VaideBus, a proposta é complementar a experiência atual. “O texto segue como base, mas a voz surge como uma alternativa para momentos em que o usuário está em movimento. A ideia é tornar a recarga tão simples quanto uma conversa”, afirma.

Na prática, o usuário pode enviar um áudio com o pedido — como “quero recarregar cinquenta reais” — e o sistema transforma a solicitação em uma operação digital, direcionando para o pagamento via Pix dentro da própria conversa.

IA conversacional na mobilidade urbana

A tecnologia atua como uma camada adicional dentro da experiência conversacional da plataforma. O agente de IA analisa o áudio, identifica a intenção da mensagem, extrai dados como o valor da recarga e conecta as informações à conta do usuário já cadastrada. Com isso, a VaideBus reduz etapas da jornada e torna o processo mais ágil, mantendo validações de segurança e integração com sistemas de bilhetagem do transporte público.

Segundo a empresa, o objetivo é ampliar as formas de interação, e não substituir o uso de texto. “A mobilidade tende a ser cada vez mais conversacional. O usuário não deve operar sistemas complexos, mas apenas solicitar o que precisa, por texto ou voz”, destaca André Garrido, diretor comercial e fundador da empresa.

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