Randon reverte prejuízo e registra lucro no 3º trimestre

Por Freelers

- agosto 9, 2013

Resultado reflete bom desempenho da safra agrícola e construção civil

A Randon S.A. Implementos e Participações encerrou o segundo trimestre de 2013 com um lucro líquido consolidado de R$ 68,9 milhões revertendo o prejuízo de R$ 4,7 milhões no mesmo período de 2012. No primeiro semestre o lucro líquido consolidado acumulado foi R$ 108,6 milhões, 671,9% superior comparativamente aos R$ 14,0 milhões no primeiro semestre de 2012. A receita líquida consolidada de R$ 1,1 bilhão no trimestre foi 19,8% acima daquela do segundo trimestre de 2012, chegando a R$ 2,0 bilhões no semestre, o que representa um crescimento de 25,7% sobre igual período do ano passado.
A receita bruta total, por sua vez, incluindo as vendas entre empresas, somou R$ 1,7 bilhão no segundo trimestre de 2013 ou aumento de 22,2% em relação ao mesmo período de 2012. Nos primeiros seis meses deste ano, a receita bruta total foi de R$ 3,1 bilhões ou 27,5% superior a de igual período de 2012. O EBITDA consolidado atingiu R$ 151,0 milhões no segundo trimestre de 2013 e margem EBITDA de 14,3%, representando um crescimento de 6,8 pontos percentuais em relação ao segundo trimestre de 2012. No semestre, o EBTIDA foi de R$ 270,5 milhões.

Os indicadores em recuperação são consequência de uma série de fatores. A safra agrícola, apontada como histórica foi uma das forças que impulsionaram o mercado de veículos comerciais. Este evento ganha mais força pela representatividade do modal rodoviário na matriz de transporte do Brasil. Também validam o bom momento os investimentos em construção civil e em infraestrutura e o avanço do consumo das famílias, fatos que alimentam a necessidade de movimentação de cargas.

“O resultado decorrente do bom desempenho no segmento de veículos comerciais no atual exercício tracionou o crescimento dos negócios da Randon, gerando bons volumes, boa utilização da capacidade instalada, redução de despesas e maior diluição dos custos fixos e contribuindo, assim,  para a recomposição da rentabilidade”, observa o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Geraldo Santa Catharina. A seu ver, o cenário de curto prazo é de estabilização em função do arrefecimento da economia por conta das medidas de contenção da demanda e da inflação, além dos recentes aumentos na taxa básica de juros que deverão retrair o  nível de investimentos.

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