Primeira licitação de rodovias está prometida para dia 18
Primeira licitação de rodovias está prometida para dia 18
Se tudo tivesse ocorrido como o previsto, já era para 7.500 km de rodovias federais e 10.000 km de ferrovias estarem nas mãos da iniciativa privada, com os últimos contratos a serem assinados em setembro e obras orçadas em R$ 133 bilhões prestes a começar.
Em 2018, as rodovias estariam duplicadas e o País contaria com uma poderosa malha ferroviária para escoar sua produção de grãos e minérios para o Norte e Nordeste. A intenção, em agosto do ano passado, era acabar em cinco anos com um atraso de 30 anos em investimentos em infraestrutura.
Porém, o ambicioso Programa de Investimentos em Logística (PIL) completa um ano na próxima quinta-feira sem haver realizado um único leilão. Na melhor das hipóteses, o primeiro deles, de rodovias, ocorrerá no dia 18 de setembro, nove meses depois da data prometida para o início das licitações.
O programa de concessões em rodovias ficou mais lento que o esperado, em primeiro lugar porque o governo pesou a mão, no ponto de vista das empresas. Foi excessivamente otimista nas projeções de aumento do tráfego nas rodovias e fixou tarifas máximas de pedágio prevendo um retorno de 5,5% para o concessionário, um valor considerado muito baixo. Resultado: às vésperas do que seria o primeiro leilão, em janeiro, o governo foi avisado que não apareceriam concorrentes.
A licitação foi suspensa e o governo reviu as linhas básicas do negócio. Baixou as projeções de crescimento da demanda, que estavam na casa dos 5% ao ano, para algo entre 3,5% e4%, e proporcionou um retorno maior para o investidor, de 7,2%.
“Percebemos que tinha problemas nos estudos, problemas de parâmetros que impunham risco muito grande para o mercado”, disse o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo. Figueiredo. “Abrimos discussão dos projetos com os investidores e as comunidades afetadas.”
Fonte: O Estado de S.Paulo
Se tudo tivesse ocorrido como o previsto, já era para 7.500 km de rodovias federais e 10.000 km de ferrovias estarem nas mãos da iniciativa privada, com os últimos contratos a serem assinados em setembro e obras orçadas em R$ 133 bilhões prestes a começar.
Em 2018, as rodovias estariam duplicadas e o País contaria com uma poderosa malha ferroviária para escoar sua produção de grãos e minérios para o Norte e Nordeste. A intenção, em agosto do ano passado, era acabar em cinco anos com um atraso de 30 anos em investimentos em infraestrutura.
Porém, o ambicioso Programa de Investimentos em Logística (PIL) completa um ano na próxima quinta-feira sem haver realizado um único leilão. Na melhor das hipóteses, o primeiro deles, de rodovias, ocorrerá no dia 18 de setembro, nove meses depois da data prometida para o início das licitações.
O programa de concessões em rodovias ficou mais lento que o esperado, em primeiro lugar porque o governo pesou a mão, no ponto de vista das empresas. Foi excessivamente otimista nas projeções de aumento do tráfego nas rodovias e fixou tarifas máximas de pedágio prevendo um retorno de 5,5% para o concessionário, um valor considerado muito baixo. Resultado: às vésperas do que seria o primeiro leilão, em janeiro, o governo foi avisado que não apareceriam concorrentes.
A licitação foi suspensa e o governo reviu as linhas básicas do negócio. Baixou as projeções de crescimento da demanda, que estavam na casa dos 5% ao ano, para algo entre 3,5% e4%, e proporcionou um retorno maior para o investidor, de 7,2%.
“Percebemos que tinha problemas nos estudos, problemas de parâmetros que impunham risco muito grande para o mercado”, disse o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo. Figueiredo. “Abrimos discussão dos projetos com os investidores e as comunidades afetadas.”
Fonte: O Estado de S.Paulo
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