O Porto de Santos contará com mais um pátio para caminhões. O projeto foi definido pelo ministro dos Portos, Edinho Araújo (PMDB), terça-feira (3), durante reunião com a prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito (PMDB), em Brasília. Segundo a chefe do Executivo, já está acertada a realização de um estudo para a exploração do pátio, que atenderá os veículos de carga com destino aos terminais da cidade. A unidade terá cerca de 500 vagas.
No encontro, também ficou definido que a elaboração desse estudo será debatida em uma reunião entre representantes da Prefeitura, da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária) e da Secretaria de Portos (SEP) da Presidência da República nos próximos dias. A data ainda não está determinada.
“Finalmente teremos uma área para caminhões, eliminando os impactos causados por esses veículos na Cidade, principalmente no Distrito de Vicente de Carvalho”, afirmou a prefeita, por telefone, em entrevista a A Tribuna. Maria Antonieta
comemorou o andamento das conversas sobre o assunto, iniciadas ainda na primeira visita do ministro à Baixada Santista, em janeiro último.
A chefe do Executivo propõe que o pátio rotativo seja instalado no terreno ao lado do novo acesso à Margem Esquerda do Porto. A área pertence ao Grupo Fassina e fica às margens da Rodovia Conêgo Domênico Rangoni (SP-55), principal via para chegar a essa região do complexo marítimo.
A ideia inicial, já conversada entre as partes, não é comprar a gleba, mas alugá-la, como ocorreu com o terreno onde o novo acesso rodoviário à Margem Esquerda, recém-inaugurado, foi construído. Hoje, a Companhia Docas paga R$ 70 mil mensais ao Grupo Fassina e à multinacional Dow Química, proprietárias dos lotes nos quais a via foi aberta. Os custos com o estacionamento também ficaria a cargo da Autoridade Portuária.
Atualmente, o Porto de Santos conta com quatro estacionamentos rotativos. Dois deles estão em Cubatão, um terceiro fica em Santos e o último, em Sumaré, nas proximidades de Campinas.
Fonte: Setcesp
