A expectativa do governo é que os preços caiam até 40% no leilão
A expectativa do governo é que os preços caiam até 40% no leilão
As tarifas de pedágio das rodovias que o governo começará a leiloar no próximo dia 18 estão “um pouco elevadas”, disse o ministro dos Transportes, César Borges. Serão de R$ 9,00 a R$ 11,00 a cada 100 km, segundo informou.
“Mas essas são as tarifas máximas, que esperamos que caiam”, disse. “Houve leilões nos quais a redução foi de 20%, 30%, 40%.” Ele reconheceu que, às vésperas do leilão, a discussão sobre os preços ao usuário vai mesmo esquentar. “Muita gente vai opinar, mas não vejo críticas específicas ao modelo.”
O governo vai exigir que o concessionário ofereça serviços como ambulâncias e guinchos com atendimento rápido, além de monitoramento das vias com câmera e itens de segurança. Há também parâmetros rigorosos para a manutenção e conservação das estradas.
Mesmo as rodovias totalmente duplicadas com recursos públicos podem ser objeto de concessão, observou o ministro. É o caso, por exemplo, da Dutra. Nela, o concessionário oferece serviços ao usuário que o governo não teria condições de prestar. “O Dnit não poderia ter uma frota de ambulâncias e guinchos, isso não faria sentido.” Além disso, comentou, a cobrança de pedágio foi a maneira encontrada para financiar o grande volume de investimentos necessários ao fortalecimento da logística do País.
Na avaliação do ministro, a melhora na qualidade das rodovias reduz os custos de transportes e dos seguros, de forma que os pedágios “mais do que compensam” o custo provocado por estradas ruins.
As tarifas de pedágio das rodovias que o governo começará a leiloar no próximo dia 18 estão “um pouco elevadas”, disse o ministro dos Transportes, César Borges. Serão de R$ 9,00 a R$ 11,00 a cada 100 km, segundo informou.
“Mas essas são as tarifas máximas, que esperamos que caiam”, disse. “Houve leilões nos quais a redução foi de 20%, 30%, 40%.” Ele reconheceu que, às vésperas do leilão, a discussão sobre os preços ao usuário vai mesmo esquentar. “Muita gente vai opinar, mas não vejo críticas específicas ao modelo.”
O governo vai exigir que o concessionário ofereça serviços como ambulâncias e guinchos com atendimento rápido, além de monitoramento das vias com câmera e itens de segurança. Há também parâmetros rigorosos para a manutenção e conservação das estradas.
Mesmo as rodovias totalmente duplicadas com recursos públicos podem ser objeto de concessão, observou o ministro. É o caso, por exemplo, da Dutra. Nela, o concessionário oferece serviços ao usuário que o governo não teria condições de prestar. “O Dnit não poderia ter uma frota de ambulâncias e guinchos, isso não faria sentido.” Além disso, comentou, a cobrança de pedágio foi a maneira encontrada para financiar o grande volume de investimentos necessários ao fortalecimento da logística do País.
Na avaliação do ministro, a melhora na qualidade das rodovias reduz os custos de transportes e dos seguros, de forma que os pedágios “mais do que compensam” o custo provocado por estradas ruins.
FONTE: O Estado de São Paulo
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