A montadora informa que 270 operários dos sete fornecedores que atuam com a empresa dentro da fábrica tiveram contrato de trabalho suspensos até dezembro, no regime de dispensa temporária conhecido como ‘lay off’.
O programa começou no início de julho e, segundo a montadora, parte destes funcionários já se desligou voluntariamente das empresas, que fornecem componentes e peças.
A MAN diz que estes trabalhadores preferiram retornar logo ao mercado de trabalho. Nos sete primeiros meses do ano, as vendas de caminhões cederam 17,4%, somando 81,3 mil unidades.
O desempenho reflete a resistência à nova linha de veículos menos poluentes, que são até 15% mais caros, em razão das mudanças tecnológicas no motor. Com o arrefecimento do mercado, a MAN já concedeu dois períodos de férias coletivas neste ano, em janeiro e junho, além de paradas entre fevereiro e maio.
Valor Online
