Librelato investe em tecnologias para ampliar a eficiência no campo

Por Gustavo Queiroz

- maio 27, 2025

Bitrem graneleiro da Librelato

Com inovações em materiais avançados, telemetria e automação, implementadora quer entregar o menor TCO também no transporte agrícola

 

Com vocação e forte participação no mercado agrícola, a Librelato tem investido em inovações para ampliar a eficiência logística neste segmento por meio de tecnologias voltadas para a segurança e a produtividade da operação. João Librelato, diretor Comercial da implementadora, revela as evoluções que estão transformando o transporte agrícola, desde materiais avançados até telemetria embarcada.

De acordo com o executivo, a Librelato estabeleceu três eixos tecnológicos que guiam o desenvolvimento de produtos na empresa. O primeiro, se refere ao uso de materiais avançados, como a opção por aços especiais, incluindo os com nióbio, para reduzir o peso dos equipamentos sem perder resistência. “Isso aumenta a carga líquida transportada, reduzindo o número de caminhões nas estradas e diminuindo emissões“.

célula robotizada de soldagem de chassi
Célula robotizada de soldagem de chassi

Em adição, o executivo lembra que a empresa está alinhada com os princípios da indústria 4.0. E que, desde 2022, opera com a maior célula robotizada de soldagem de chassi da América Latina. Um equipamento que  reduziu o tempo de soldagem de um implemento para cerca de 30 minutos.

O segundo ponto de atenção se refere à suspensão e a disponibilidade do equipamento, contemplando sistemas que garantem maior durabilidade e menos paradas para manutenção. “Temos um dos melhores tempos de pista do mercado no segmento agrícola”, orgulha-se o diretor.

O terceiro pilar estratégico se refere à telemetria embarcada, por meio da startup Sigway. “Entendemos o agronegócio e criamos softwares que atendem demandas específicas, como monitoramento em tempo real de temperatura, pressão de pneus e até o controle de umidade de grãos“.

Acionamento remoto

A Librelato já oferece sistemas de automação para basculantes, como acionamento remoto de lonas e descarga, reduzindo a necessidade de o motorista subir no equipamento. “10% dos nossos basculantes já saem de fábrica com essa tecnologia, e queremos expandir ainda mais”, adianta João.

Outra inovação de destaque é a pesagem embarcada. Sistemas para recuperação de energia em conjunto com os cavalos mecânicos são uma aposta para os próximos 10 anos. Apesar dos avanços, o diretor reconhece que algumas tecnologias ainda têm custo elevado para parte dos transportadores. “Mas investir em inovação não é mais opção, é necessidade. Quem ficar para trás perderá competitividade”, avisa João.

Um avanço notável é a redução de perdas de grãos durante o transporte: “Estudos apontavam vazamentos de até 5%. Com borrachas de vedação desenvolvidas por um engenheiro dedicado, nossos equipamentos reduziram isso para menos de 1%“, revela o executivo.

João Librelato, diretor Comercial da Librelato
João Librelato, diretor Comercial da Librelato

Apesar da queda nos preços das commodities, Librelato vê o agro como o grande propulsor para as indústrias que atendem este setor. “O Brasil deve saltar de 338 milhões para 600 milhões de toneladas de grãos em 10 anos. Quem investir em tecnologia para escoamento estará à frente”. A aposta inclui não só hardwares, mas expertise humana: “Temos equipes de inteligência de mercado e engenharia dedicadas a cada segmento. Personalização é nosso DNA”, finaliza o diretor.

Por fim,  João Librelato ressalta que para transformar a percepção de investimentos da empresa em eficiência, a implementadora precisa oferecer produtos e serviços que façam sentido no cálculo do Custo Total de Propriedade (TCO, na sigla em inglês). “O transportador pode achar a tecnologia interessante, mas ele deve enxergar o retorno concreto na operação”, explica o diretor. “Nem todos precisam, mas quem oferecer mais tecnologias terá um importante  diferencial competitivo”, complementa.

 

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