Em um movimento que combina tradição de mais de cinco décadas com uma visão de modernização da gestão, o Grupo Tracbel anuncia um realinhamento profundo de sua estrutura executiva. A reorganização, que entra em vigor imediatamente, visa descentralizar o comando e dar maior autonomia e proximidade às lideranças de cada um dos segmentos de atuação da companhia, que atua na distribuição de máquinas, equipamentos e veículos comerciais em todo o território nacional.
A nova configuração não altera a governança corporativa da holding. Luiz Gustavo Rocha mantém a presidência do Conselho de Administração, enquanto Gidalto Santos segue como CEO do Grupo, sendo o responsável por conduzir a estratégia de crescimento, integração e desenvolvimento dos negócios. O que muda, na prática, é a criação de frentes de negócio com lideranças dedicadas e exclusivas, com o objetivo de encurtar o caminho entre a estratégia corporativa e a realidade operacional de cada mercado.
Com a reestruturação, as cinco principais divisões do Grupo passam a contar com comandos próprios. Paulo Brasil assume a Tracbel Mineração & Construção, enquanto a divisão de máquinas SDLG fica sob a responsabilidade de Carlos Renato Machado. No setor agro, Victor Franco lidera a Tracbel Agro; Kennya Menezes está à frente da Tracbel Veículos Comerciais; e Cairon Costa assume a Tracbel Florestal & Logística. A medida amplia o espectro de atuação dos líderes, que agora estarão mais próximos das demandas específicas de seus clientes e das complexidades logísticas e técnicas de cada setor.
De acordo com Gidalto Santos, o realinhamento é parte de um processo de evolução contínua da empresa e reflete a necessidade de uma resposta mais ágil em um mercado cada vez mais dinâmico. “A meta é fortalecer a capacidade de resposta ao cliente. Queremos acelerar processos de decisão e ampliar a geração de soluções cada vez mais alinhadas às necessidades de produtividade dos clientes e ter mais eficiência nos negócios”, afirma o CEO.
A empresa, que conta com 40 unidades estrategicamente distribuídas pelo Brasil, construiu uma cultura empresarial fortemente orientada ao atendimento e à proximidade com o usuário final. A nova estrutura, segundo Santos, aprofunda essa diretriz ao colocar os líderes em contato direto com os desafios operacionais, permitindo uma atuação mais precisa na manutenção, suporte técnico e no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à eficiência de máquinas e veículos.
