Grupo Libra aumenta automação das suas atividades com solução de tecnologia da israelense HTS

Por Freelers

- agosto 28, 2012

Solução OCR será adotada em todos os gates de acesso de carga e carretas nos portos

O Grupo Libra, alinhado com as demandas de infraestrutura do país, através da Unidade de NegóciosLibra Terminais, está implementando um programa de automação e aumento da eficiência operacional dos seus terminais portuários. Como resultado, neste primeiro momento, decidiu adotar a solução de OCR (Optical Character Recognition) da israelente HTS em todos os gates de acesso de carga e carretas nas unidades nos portos de Santos e Rio de Janeiro.

Em um primeiro momento, o foco são os aspectos legais da portaria 3518/2011 da Receita Federal (que estabelece as regras para identificação das placas de veículos e numeração de container), para na sequência serem implementados os aspectos de automação, resultando em ganhos para todos os envolvidos na cadeia.

A HTS Brasil, braço nacional da HTS, empresa israelense líder mundial em automação de portos, foi a empresa escolhida pelo Grupo Libra para fornecimento da solução. O sistema da HTS reconhece a placa do caminhão, o número do contêiner e, em seguida, transmite a informação. A identificação do veículo no novo sistema é feita durante a entrada do caminhão, em movimento, com base em um conjunto de sensores. A iluminação é operada automaticamente e várias fotos são tiradas por diferentes câmeras.

“A forma como conduziu a negociação foi um diferencial para a seleção da HTS, focando não apenas no aspecto legal como nos ganhos de eficiência para a Libra. Foram elaborados pouco mais de 10 projetos executivos antes da contratação do projeto”, disse Diogo Vasconcellos, responsável pela área de TI da Unidade de Negócios Libra Terminais

“Estamos muito satisfeitos com a receptividade que a HTS está tendo no mercado brasileiro, a empresa está no país desde o começo do ano e já tem contratos com os maiores players do mercado”, disse Maxwell Rodrigues, vice-presidente da HTS Brasil. Na visão do executivo, os terminais não querem apenas cumprir as exigências legais ao automatizar, buscam, acima de tudo, aumentar a competitividade.

Divulgação

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