Em 2009, compras ficaram zeradas e em 2012, teve recorde
Fonte: O Globo
Em 2009, compras ficaram zeradas e em 2012, teve recorde
Nos últimos dez anos, a capacidade de refino do petróleo não acompanhou a evolução da produção, favorecendo a dependência do combustível comprado no exterior. Das 16 refinarias do país, sete ficaram com a produção estagnada e uma, a Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, registrou queda de 43 mil barris/dia (13%). Duas delas – Univen, de São Paulo, e Dax Oil, da Bahia – ainda não existiam em 2003.
As que mais avançaram na capacidade absoluta, neste período, foram a Refinaria Potiguar Clara Camarão, no Rio Grande do Norte, que passou de 10,8 mil barris/dia para 37,7 mil barris/dia (247%) e Refinaria do Planalto Paulista (Replan), em São Paulo, de 364,8 mil barris/dia para 415,1 (13,8%).
De acordo com a Petrobras, a gasolina representa cerca de 20% do total de derivados que a empresa produz. Com a “otimização” da utilização das refinarias, a estatal conseguiu aumentar em 150 mil barris por dia (o equivalente a 7,5% do total do país) a capacidade de processamento do óleo neste ano.
“A projeção anterior apontava uma expectativa de importação de gasolina de aproximadamente 90 mil barris diários em 2013. Porém, graças aos esforços de otimização do parque de refino e à elevação do teor de álcool anidro na gasolina, esta projeção foi reduzida em 30% a 40% em relação à média de 2012, ficando entre 50 e 60 mil barris diários”, informou a estatal, por meio de sua assessoria.








