A Prefeitura de São Paulo desistiu de eliminar os cobradores dos ônibus que circulam na capital paulista. Apesar do ex-prefeito João Dória ter prometido a medida no ano passado, o edital que deverá ser publicado nas próximas semanas não aborda o assunto, segundo informações do jornal Metro.
O poder público e as empresas defendem a extinção do cargo, uma vez que apenas 5% dos passageiros pagam a passagem em dinheiro – a maioria usa o bilhete único. São R$ 800 milhões em salários para os cobradores, que arrecadam em dinheiro vivo R$ 300 milhões nas catracas.
Há cerca de 20 mil cobradores de ônibus na cidade de São Paulo recebendo em média três mil e 300 reais cada um. De toda forma, eles não seriam demitidos: a previsão era que eles assumissem novas funções dentro das empresas em que já trabalham.
