Produção industrial recua em 12 de 15 regiões, aponta IBGE

Por Freelers

- março 10, 2016

A produção da indústria teve redução, em janeiro, num total de 12 dos 15 locais que integram a Pesquisa Industrial Mensal, na comparação com janeiro de 2015, informou o IBGE. No maior parque industrial do País, São Paulo, a queda foi de 16,1%.

O IBGE destacou que janeiro de 2016 teve um dia útil a menos do que igual mês do ano anterior – que contou com 21. Os recuos mais intensos foram registrados por Amazonas (-30,9%), Pernambuco (-29,4%) e Espírito Santo (-26,3%). Além desses três Estados e de São Paulo (-16,1%), Minas Gerais (-18,3%) e Rio de Janeiro (-14,1%) também apontaram resultados negativos mais acentuados e acima da média nacional (-13,8%).

Paraná (-13,6%), Goiás (-13,4%), Santa Catarina (-11,2%), Ceará (-9,7%), Rio Grande do Sul (-5,7%) e Região Nordeste (-3,2%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas na comparação de janeiro com igual mês de 2015.

Na contramão, Pará (10,5%), Bahia (10,3%) e Mato Grosso (9,3%) foram os únicos Estados com avanços. Segundo o IBGE, essas altas foram impulsionadas pelo comportamento positivo vindo de “indústrias extrativas (minérios de ferro em bruto), no primeiro local; de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel e óleos combustíveis), no segundo; e de produtos alimentícios (carnes de bovinos frescas ou refrigeradas), no último”.

Janeiro

Em relação a dezembro de 2015, a produção da indústria cresceu em oito dos 14 locais. As altas mais fortes foram registradas em Santa Catarina (3,7%) e Pará (3,3%). Em São Paulo, a produção subiu 1,1%. Além desses três Estados, Bahia (2,6%), Rio Grande do Sul (2,5%), Ceará (2,4%), Paraná (2,2%) e Região Nordeste (1,5%) também apontaram avanços mais elevados do que a média nacional (0,4%).

Já Pernambuco, Amazonas e Espírito Santo registraram as reduções mais intensas em janeiro ante dezembro com recuo de 2,1%. Rio de Janeiro (-1,5%), Goiás (-1,0%) e Minas Gerais (-1,0%) completaram o conjunto de locais com índices negativos.

Fonte: O Estado de S. Paulo 

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