Volvo CE projeta mercado estável em 2014 na AL

Por Freelers

- fevereiro 19, 2014

Vendas devem fechar no mesmo patamar de 2013, com 3,7 mil unidades

Vendas devem fechar no mesmo patamar de 2013, com 3,7 mil unidades

A Volvo Construction Equipment registrou queda de 11% das vendas em 2013 com relação ao ano anterior na América Latina, para 4.244 máquinas de construção. Mesmo com este resultado, a empresa projeta um cenário estável em 2014 e espera atingir o mesmo volume entregueno ano passado,com o Brasil representando mais de 70% dos negócios na região.

Para o presidente da Volvo CE na América Latina, Afrânio Chueire, assim como em 2013, o avanço dos diversos segmentos em escalas diferentes no Brasil devem continuar a impulsionar o mercado doméstico neste ano: “Apesar de uma economia que não correspondeu às expectativas iniciais, registramos crescimento em vários segmentos”, declara Chueire, durante a apresentação anual do desempenho da marca realizada na terça-feira, 18, em São Paulo.

O executivo destacou os ganhos de market share nas principais categorias do segmento de construção, entre eles os de carregadeiras, cuja participação passou de 10,3% em 2012 para 11,8% no ano passado. No mesmo ritmo, a participação da Volvo CE no mercado de escavadeiras subiu para 12,8% em 2013 contra 10,9% do ano anterior. Estes dois equipamentos responderam por 63% das vendas totais da companhia no ano passado, sendo que carregadeiras representaram 34%. Retroescavadeiras e minicarregadeiras atingiram participação de mercado de 5,2% em 2013 contra os 4,8% do ano anterior. Entre todos os produtos vendidos no ano passado, o maior salto de participação de mercado foi registrado no de caminhões articulados, de 29% para 44,3% em um ano.

Os setores de construção e mineração foram novamente os principais responsáveis pela maior demanda dos negócios da empresa no País: 82% das vendas da Volvo CE em 2013 foram relacionadas a essas duas atividades. “Ainda há muito o que fazer na área de construção no Brasil e nos demais países da América Latina. É um setor com um grande potencial”, observa Chueire.

FONTE: AUTOMOTIVE BUSINESS

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