As montadoras de veículos da América do Sul podem resistir em adotar o movimento global para produção de veículos elétricos nos próximos anos, é o que os executivos da Toyota e da General Motors, entre outros, destacaram em encontro realizado esta semana sobre fontes tradicionais de combustível. As montadoras podem adotar esse modelo em outros países, mas a prioridade no Brasil é os motores de combustão em parte devido aos subsídios para esses combustíveis.
A política dos produtores locais de cana-de-açúcar no Brasil e de gás natural na Argentina podem influenciar essa resistência. Recentemente, o Congresso brasileiro aprovou o Rota 2030, que oferece benefícios significativos para as montadoras que optam por investir em pesquisa de etanol.
Até o momento, a montadora Toyota é a única que planeja fabricar um modelo híbrido na América do Sul, com um motor que funciona com eletricidade, etanol ou gasolina.
“É a melhor solução para a nossa região”, disse Celso Simomura, vice-presidente da operação da Toyota no Brasil.
Algumas das montadoras, como a Chevrolet, começará a importar veículos elétricos este ano para testar o mercado, mas ainda não há planos para montá-los internamente.
Fonte: Reuters.
