Concessão da BR-163 atrai interesse de seis grupos

Por Freelers

- dezembro 16, 2013

Leilão ocorrerá amanhã na Bovespa em São Paulo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Leilão ocorrerá amanhã na Bovespa em São Paulo


Seis grupos entregaram propostas para o penúltimo leilão de infraestrutura de transportes do ano, que tem como objetivo a concessão da BR-163 no trecho de Mato Grosso do Sul. São eles: CCR, Queiroz Galvão, Invepar, Odebrecht, Triunfo Participações e Investimentos (TPI), além de um consórcio liderado pela EcoRodovias (e também composto por Coimex Empreendimentos, Rio Novo Locações, Tervap Pitanga, Contek, A. Madeira e Urbesa).

A abertura dos envelopes ocorre amanhã, a partir das 10h, na BM&FBovespa, em São Paulo.

O edital prevê a execução dos serviços de duplicação, recuperação, manutenção, conservação, operação, implantação de melhorias e ampliação de capacidade de 847,2 km da rodovia. O contrato irá durar 30 anos. O desafio está no começo da concessão.

A empresa ou o consórcio vencedor terão que duplicar 806 quilômetros de rodovias nos cinco primeiros anos de concessão. Nesse período, o investimento a ser feito pela iniciativa privada é calculado pelo governo em R$ 3,4 bilhões. Ao longo de toda a duração do contrato, o montante chega a R$ 6,4 bilhões.

No último mês, o governo fez a licitação de outro trecho da BR-163, no Estado do Mato Grosso. O lote foi vencido pela Odebrecht, com uma tarifa agressiva. O lance foi deR$ 0,02638 por quilômetro, o que representa um deságio de 52% em relação ao teto estabelecido pelo governo, de R$ 0,055 (a segunda colocada foi a Triunfo, com deságio de 46%, e depois a Invepar, com 43%). Pelo fato de os dois leilões terem premissas muito parecidas de tráfego e de complexidade de engenharia, já que se trata da mesma rodovia, a empresa é vista como favorita.

O valor da tarifa básica de pedágio do leilão desta semana não poderá exceder R$ 0,09270 por quilômetro, ou R$ 9,27 a cada 100 km. Os valores de referência são de maio de 2012.

Fonte: Valor Econômico

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe nas redes sociais

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *