A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) divulgou nota defendendo a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. Segundo a entidade, não se trata de um tabelamento de valor, mas de uma proteção ao prestador de serviço, evitando que ele receba menos do que gasta para executar o transporte.
“Ao estabelecer valores de fretes baseado nos números contemplados no piso mínimo, o caminhoneiro estará trabalhando apenas para cobrir seus custos de viagem, sem a realização de lucro pela prestação do serviço. A partir do valor do custo da viagem, cada profissional adiciona sua margem de lucro para competir no mercado”, explica o presidente da CNTA, Diumar Bueno.
Para o presidente, a política adotada pelo governo após a greve dos caminhoneiros resultará em transparência e regulação na contratação, antes feita de forma “muito obscura pelos intermediários”. Segundo ele, dá mais segurança e estabilidade ao contratante e ao contratado.