O transporte hidroviário de grãos pelo rio Tapajós não vai trazer apenas ganhos defrete, segurança e menos poluição. Será também crucial para impedir o esgotamento da BR-163 após o seu asfaltamento completo, algo que o governo federal promete agora via concessão para até o fim de 2015.
Em um cenário de estrada boa, o fluxo de caminhões tende a aumentar muito. A estimativa da Atap, associação que reúne as empresas dos terminais privados em Miritituba, é de que em seis anos passem a transitar até 2 milhões de carretas por ano na rodovia federal – entre ida e volta – para movimentar os 40 milhões de toneladas de grãos previstos pelo setor. “Isso corresponderá a 5.479 carretas por dia ou 1 carreta a cada 15 segundos na BR-163”, diz Kleber Menezes, presidente da entidade.
Fonte: Valor Econômico

