Scania adere a empilhadeiras elétricas na unidade de Vinhedo

Scania Latin America substitui 40 empilhadeiras a bateria de chumbo-ácido por 40 empilhadeiras elétricas de íon-lítio na unidade de Vinhedo.

Por Priscila Ferreira

- agosto 4, 2021

Scania Latin America substitui 40 empilhadeiras a bateria de chumbo-ácido por 40 empilhadeiras elétricas de íon-lítio na unidade de Vinhedo.

Scania Latin America substitui 40 empilhadeiras a bateria de chumbo-ácido por 40 empilhadeiras elétricas de íon-lítio. O processo foi realizado na unidade Logistic Parts Center (LPC), localizada em Vinhedo, interior de São Paulo. Essa filial é responsável pelo armazenamento e abastecimento de peças de reposição para toda a América Latina.

Ainda mais, fique por dentro das notícias através das nossas redes sociais: Instagram e Twitter 

O projeto de locação das nova empilhadeiras resulta da parceria com a Jungheinrich. Desse modo, abrange locação, instalação de carregadores e a implementação do sistema de telemetria.

O objetivo da Scania é garantir a redução da emissão de gases poluentes, assim como gastos energéticos, otimização da intralogística por meio da telemetria, aumento de segurança aos operadores e salto na produtividade.

LEIA MAIS: Acompanhe o impacto da pandemia de coronavírus no transporte rodoviário de cargas e passageiros

Os equipamentos escolhidos foram: selecionadoras de pedidos verticais, empilhadeiras contrabalançadas, empilhadeiras retráteis, selecionadoras horizontais e empilhadeiras patoladas embarcadas.

Sistema de telemetria

A telemetria permite a criação de “cercas virtuais”, assim, caso alguma máquina circule em local inapropriado, o sistema envia um aviso ao responsável com o alerta. Além disso, os equipamentos parametrizam deferentes perfis para diferentes usuários. Isso permite que apenas operadores habilitados para determinados equipamentos possam operá-los.

De acordo com Raphael Souza, gerente Corporativo Comercial da Jungheinrich, a telemetria é uma poderosa aliada para a gestão da frota, permitindo análise profunda sobre o perfil operacional de cada equipamento. “Ela identifica se determinada empilhadeira está ou não cumprindo sua função logística primária, assim como permite uma visão sobre a dispersão de uso ao longo dos dias e horários, analisa o comportamento de condução dos operadores e identifica impactos”, destaca o executivo.  “Também traz recursos como check-lists, que ampliam o potencial produtivo da frota e a torna mais segura para os colaboradores”, ressalta Souza.

Compartilhe nas redes sociais

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *