Setcesp leva plano de renovação de frota ao governo de SP

Na última quarta-feira (23), o presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Tayguara Helou,apresentou ao governador de São Paulo

Por André Garcia

- outubro 28, 2019

Na última quarta-feira (23), o presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Tayguara Helou,apresentou ao governador de São Paulo

Na última quarta-feira (23), o presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Tayguara Helou, apresentou ao governador de São Paulo, João Dória, uma proposta para que seja iniciado um plano de renovação de frota no Estado.

Durante a abertura da Fenatran, o vice-presidente da NTC&Logístiva, Urubatan Helou, fez um pedido para que o governo olhasse com mais atenção a questão da renovação da frota no país.

De acordo com os últimos estudos, há cerca de 230 mil caminhões com mais de 30 anos rodando no país. “Considerando que 62% de toda a produção nacional é transportada pelo modal rodoviário, tornam-se exponenciais os riscos à população e ao meio ambiente em razão do grande potencial de acidentes e emissão de gases poluentes destes veículos mais velhos”, afirmou Tayguara Helou ao iniciar sua explanação ao governador e a todos os presentes.

A proposta levada pelo SETCESP baseia-se em um ciclo virtuoso para que esta renovação aconteça de forma eficiente e constante.

  1. Incentivo para que empresas adquiriam veículos novos
  2. Incentivo para que operadores troquem seus modelos mais antigos por veículos seminovos que possuam tecnologia menos poluente
  3. Incentivo para reciclagem de veículos sem condições de rodagem com cessão de crédito ao proprietário para que ele adquira um veículo novo ou seminovo

Segundo Tayguara, os erros de tentativas anteriores podem servir como guia para a nova estratégia. “Programas anteriores não tiveram um impacto significativo na frota nacional porque foram regionalizados. Além disso, aconteceram por tempo determinado e não contemplaram todos os operadores envolvidos na cadeia logística. Já com este modelo é possível abranger tanto os grandes frotistas quanto os operadores e ainda impulsionar o mercado automotivo. Quem sai ganhando com isso é o Brasil”, explicou Tayguara.

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