Tecnologia de pesagem em tempo real otimiza produção de caminhão basculante

Por Freelers

- julho 14, 2015

A Balança Embarcada da Rossetti Equipamentos Rodoviários têm sido uma das novidades da OdebrechtInfraestrutura, que atua nas obras de construção dos primeiros submarinos com propulsão nuclear do Brasil (Prosub – Projeto Submarino) em Itaguaí (RJ), proporcionando controle e eficiência aprimorados na terraplanagem.

Instalada em caminhão basculante (caçamba meia-cana) que está em teste pela Odebrecht, a tecnologia apresenta resultado superior ao de outros sistemas de pesagem. “Isso resulta em maior produtividade, pois a caçamba é carregada em sua plenitude antes de seguir para o bota-fora”, diz Bruno Mendonça Fontes, responsável por Monitoramento do Apoio Funcional de Equipamentos da Odebrecht Infraestrutura. “Representa também menor custo de manutenção, pois não há sobrecarga para o caminhão, algo que gera quebra de componentes e maior consumo de combustível, além de aumentar o risco com acidente por falta de frenagem ou por tombamento”, completa.

A Odebrecht Infraestrutura testa a tecnologia para ampliar a produtividade e segurança na operação de carregamento, transporte e basculamento de material. A primeira fase de testes já foi concluída e avaliou a precisão da tecnologia. Para isso, Bruno Fontes e sua equipe aferiram a Balança Embarcada entre julho de 2013 e março de 2014. O resultado foi positivo, com uma média de variação considerada irrelevante, de apenas 2%. “Esse resultado foi medido depois de 63 pesagens com carregamento de material fino (areia e argila)”, detalha Fontes.

A balança integra uma caçamba meia-cana de 20 m³, instalada em um caminhão do modelo Scania P420, de tração 8×4. “Se comparada a outras tecnologias de pesagem que já testamos em caminhões basculantes da Odebrecht, a balança da Rossetti apresenta precisão até dez vezes maior”, confirma afirma Fontes.

Entre as tecnologias concorrentes, ele compara um dispositivo de balança instalado no chassi do caminhão. Outra comparação é com o sistema de medição na suspensão do veículo, funcionando como um potenciômetro de maior escala. “Esses métodos não trouxeram os resultados que gostaríamos, pois oscilaram de 10% a 20% na aferição do peso calculado, entre outros pontos negativos, como baixa durabilidade em operações severas”, conclui.

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