Faturamento da Marcopolo cresce 18% em relação ao 2T22

Empresa teve uma receita líquida consolidada de R$ 1,4 bilhão

Por Victor Fagarassi

- agosto 2, 2023

O segundo semestre de 2023 foi realmente incrível pra Marcopolo. A empresa registrou uma receita líquida consolidada de R$ 1,4 bilhão, um crescimento de 18,5% em relação ao 2T22. O período marcou o início da transição do Euro 5 para o Euro 6.

“Para fortalecermos a nossa atuação no segmento de rodoviários, investimos em soluções cada vez mais completas e com tecnologias de ponta, pensadas no conforto e segurança dos passageiros. A estratégia rendeu um acréscimo do volume de vendas de produtos com maior valor agregado”, pontua André Armaganijan, CEO da Marcopolo.

O maior segmento no período foi o de ônibus rodoviários, com o sucesso de vendas do G8, resultando em entregas de veículos de maior valor agregado. A estratégia rendeu à companhia uma receita líquida total consolidada de rodoviários de R$ 530,9 milhões, contra R$ 331,8 milhões no 2T22.

Números

Com o cenário, a companhia teve um lucro bruto de R$ 276,2 milhões de 2T23, com margem de 20,2%, contra R$ 131,3 milhões e margem de 11,4% no 2T22. O EBITDA foi de R$ 158 milhões no 2T23, com margem de 11,6%, versus um EBITDA de 51,6 milhões e margem de 4,5% no 2T22.

O lucro líquido consolidado do 2T23 foi de R$ 140,5 milhões, com margem de 10,3%, contra R$ 26,8 milhões e margem de 2,3% no 2T22.

Produção crescendo

A produção consolidada da Marcopolo foi 3.010 unidades no 2T23, sendo 2.459 unidades feitas no Brasil, 12,6% inferior à do 2T22. No exterior, o número foi de 551 unidades, 5,5% inferior às unidades produzidas no mesmo período do ano anterior. Neste período, a participação de mercado da Marcopolo na produção brasileira de carrocerias foi de 44,5%.

“Após os primeiros meses da transição da motorização, já observamos uma normalização do mercado brasileiro de ônibus. Temos programado grandes pacotes de vendas para o segundo semestre deste ano e o primeiro trimestre de 2024, com foco nas viagens de final de ano e férias escolares”, avalia Armaganijan.

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