Luminator planeja dobrar o seu mercado em 2025

Ausência de infraestrutura adequada e falta de integração intermodal dificultam o crescimento da empresa no país.

Por Gustavo Queiroz

- fevereiro 14, 2025

Ônibus com o sistema Próxima Parada | Foto: Divulgação

Para 2025, a Luminator Brasil prevê o fornecimento de 800 sistemas Próxima Parada para clientes do Brasil e da América do Sul, o que lhe renderá um crescimento de mais de 100% sobre o desempenho de 2024, quando foram entregues cerca de 400 unidades. “Somente nos últimos quatro meses, as cidades de Curitiba, no Paraná, e Santiago, no Chile, incorporaram às suas frotas 200 novos ônibus equipados com o Próxima Parada”, destaca Guilherme Demore, diretor da Luminator no Brasil.

O sistema funciona em tempo real, fornecendo, por intermédio de avisos visuais e sonoros, informações importantes aos passageiros sobre a rota, próximas paradas no trajeto, tempo de translado, desvios e locais em obras, entre outras. Portanto, os passageiros podem planejar melhor suas viagens, enquanto os operadores se beneficiam de um monitoramento mais eficaz das rotas, possibilitando ajustes conforme necessário.

Ferramenta pode ser utilizada para melhorar o relacionamento com os passageiros e para gerar receitas publicitárias para os operadores | Fotos: Divulgação
Ferramenta pode ser utilizada para melhorar o relacionamento com os passageiros e para gerar receitas publicitárias para os operadores | Fotos: Divulgação

Demore destaca que o Próxima Parada auxilia na análise de dados, permitindo otimizações nas operações e na manutenção da frota, melhora o relacionamento com os usuários, permite a veiculação de publicidade, pode oferecer entretenimento a bordo, tornando-se ainda uma fonte de receita.

Atualmente, a ferramenta está em utilização em cidades como Rio de Janeiro, Curitiba, Sorocaba (SP), Caxias do Sul (RS) e Goiânia, entre outras. “Um aspecto relevante que tem dificultado a maior adoção do Próxima Parada em cidades brasileiras são os desafios em termos de infraestrutura e a ausência de um sistema integrado de transporte público que permita a comunicação entre diferentes modais”, analisa o executivo.

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