Em um ano de grandes desafios e forte disputa entre marcas, a Volvo conseguiu manter a liderança no segmento de caminhões pesados, o mais disputado do mercado brasileiro. E, ainda, garantir ao modelo FH 460 6×4 o título de caminhão pesado mais vendido no país. No âmbito da América Latina, a empresa também registrou boas conquistas. Como o aumento da participação na Argentina, que alcançou 15,5% e a liderança no Peru, com 28,2% de market share.
O desempenho da montadora foi apresentado em coletiva de imprensa realizada hoje (13/01), em São Paulo, que reuniu os principais executivos da empresa. Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo América Latina destacou o crescimento das exportações, que colaboraram para compensar os fracos números no mercado interno. ”As vendas no continente acusaram uma evolução de 30% no período e responderam por42% do total de caminhões comercializados”, observou.
No segmento de chassi de ônibus, incluindo as versões urbanas e rodoviárias, a marca conseguiu um pequeno ganho de participação no mercado latinoamericano, que saltou de 9,3% para 9,5% no comparativo de 2015 com o ano anterior. “As exportações, por sua vez, responderam por 53% das vendas no continente, com importantes avanços como no Peru onde a marca respondeu por um entre cada três chassis vendidos no país”, ressalta Fabiano Todeschini, presidente da Volvo Bus Latin America.
Para o ano em curso, a empresa aposta que o mercado brasileiro de caminhões poderá ter um incremento de 10% em relação a 2015. “Depois de registrar o pior desempenho da história, no ano passado, quando as vendas recuaram aos níveis de 2002, tudo indica para uma melhoria desse quadro”, estima Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil, Paraguai, Bolívia e Uruguai, confiante nos indicadores econômicos que apontam para isso.
Na visão do diretor, a Volvo está mais que preparada para a retomada do crescimento. “Ajustamos a empresa ao tamanho e à necessidade do mercado brasileiro de caminhões e, hoje, temos condições ainda melhores de manter e até ampliar a nossa participação”, finaliza Bernardo Fedalto.
