CNI reafirma posição contrária ao tabelamento do frete

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) vê com  maus olhos os efeitos do tabelamento do frete. De acordo com a CNI, a tabela não representa uma solução.

Por André Garcia

- abril 18, 2019

O setor industrial lamentou a decisão do Supremo Tribunal Federal de retirar da pauta as ações para definir a constitucionalidade da tabela de frete.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) vê com  maus olhos os efeitos do tabelamento do frete. De acordo com a CNI, a tabela não representa uma solução. Segundo posicionamento oficial da companhia, eventuais indexações de preços podem ser prejudiciais para a economia e para a livre concorrência.

“A política de preços mínimos traz distorções para a economia e não representa solução eficaz para os problemas hoje enfrentados por caminhoneiros autônomos”, afirma o presidente da CNI em exercício, Glauco José Côrte.

Leia mais: Tabela de frete está sendo construída de forma técnica, afirma governo

Estudo recente da entidade mostrou os impactos negativos trazidos à economia brasileira em 2018 pela política de tabelamento. Dentre eles a redução do crescimento do PIB em R$ 7,2 bilhões e prejuízos à recuperação do mercado de trabalho. De acordo com a CNI, com menor crescimento da economia, 203 mil postos de trabalho deixaram de ser criados.

 

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