Lwart registra produção recorde de óleo básico Grupo II

Por Victor Fagarassi

- junho 17, 2026

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A Lwart Soluções Ambientais registrou, em 2025, a produção de mais de 183 milhões de litros de óleo básico Grupo II, o maior volume alcançado pela empresa desde o início de suas operações. O resultado foi divulgado no Relatório de Sustentabilidade 2025.

Durante o ano, a companhia operou sua unidade de Lençóis Paulista (SP) com utilização total da capacidade instalada, processando cerca de 237 milhões de litros de Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado (OLUC). O material é utilizado como matéria-prima para a produção de óleo básico destinado aos setores automotivo, industrial, agrícola e elétrico. A planta da empresa é atualmente a única produtora de óleo básico Grupo II da América Latina. O volume processado resulta da atividade de coleta e rerrefino do OLUC, processo que reintegra o resíduo à cadeia produtiva.

Além do recorde de produção, a empresa avançou na ampliação de sua estrutura industrial. O projeto de expansão está em fase final de implantação e tem previsão de entrada em operação no segundo semestre de 2026.

Com a expansão, a capacidade de processamento da companhia deverá aumentar em cerca de 60%, passando para aproximadamente 380 milhões de litros de OLUC por ano. A ampliação acrescentará mais de 140 milhões de litros anuais à capacidade produtiva da empresa e deverá elevar a oferta de óleo básico Grupo II no mercado brasileiro. Segundo Marcelo Murad, diretor de óleos básicos da Lwart Soluções Ambientais, a empresa manteve a operação enquanto executava o projeto de expansão industrial.

“Conseguimos manter a operação enquanto executávamos um dos maiores projetos industriais do setor. O recorde de produção reforça nossa eficiência operacional e nossa capacidade de ampliar a contribuição da Lwart para a economia circular e para a descarbonização da cadeia de lubrificantes”, afirmou.

De acordo com a companhia, a nova estrutura deverá evitar a emissão de aproximadamente 500 mil toneladas de dióxido de carbono (CO₂) por ano em comparação ao processo convencional de produção de óleo básico a partir do petróleo. O relatório também aponta que a empresa atingiu rendimento médio de 76,6% no processo de rerrefino em 2025, indicador relacionado ao aproveitamento do óleo lubrificante usado na produção de óleo básico.

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