Indústria de implementos rodoviários registra avanço em 2013

Por Freelers

- janeiro 28, 2014

Dados do SIMEFRE apontam que houve evolução de 4,92%


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A indústria fabricante de implementos rodoviários leves (carrocerias sobre chassis), juntamente com a de linha pesada (reboques e semirreboques), tem previsão de ter terminado o ano de 2013 com aumento de 4,92% na produção, o que equivale a 174.400 unidades produzidas tem período. Os dados são do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários – SIMEFRE.

De janeiro a outubro de 2013, houve aumento de 10,86% sobre os emplacamentos em relação aos mesmos meses de 2012. Durante os dez primeiros meses de 2013, a indústria comercializou 147.286 equipamentos, ante 132.860 unidades no mesmo período do ano anterior. Do total emplacado nestes meses, 57.342 unidades foram da linha pesada (+34,02% em relação ao mesmo período de 2012) e o restante, 89.944 (-0,15%), envolveu unidades da linha leve.

As exportações tiveram resultados negativos de janeiro a outubro de 2013, com queda de 6,20%. Enquanto nestes meses de 2012 foram exportados 4.710 equipamentos, no igual período de 2013 foram vendidas ao exterior apenas 4.418 unidades.Segundo Cesar Pissetti, vice-presidente do SIMEFRE – Departamento de Implementos Rodoviários, é previsto que a indústria fechou 2013 em alta, com 169.000 unidades emplacadas no mercado interno, crescimento de 5,35% em relação a 2012. No mercado externo a estimativa é de ter sido emplacadas 5.400 unidades durante todo o ano de 2013, queda de 7,06%. De toda a produção do ano, a previsão é de que 105.000 unidades foram da linha leve e 69.400, da linha pesada.

Em termos de faturamento, o setor de implementos rodoviários estima ter encerrado as atividades de 2013 com faturamento de R$ 9,3 bilhões. Entre os fatores que colaboraram para os resultados estão o IPI 0%, a disponibilidade de crédito a taxas atrativas (pelo FINAME/PSI)e investimentos realizados no país em infraestrutura, como obras para a Copa das Confederações e Copa do Mundo. Além disso, o bom desempenho do PAC II e os incentivos fiscais para a aquisição de bens de consumo tiveram papel importante no crescimento do setor. Apesar dos bons resultados, alguns entraves também atrapalharam o setor, como a infraestrutura logística insuficiente, a falta de competitividade no exterior, a lenta recuperação americana e a crise na região do Euro, além do PIB brasileiro baixo em 2013.

GUIA DO TRANSPORTADOR

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