Além de ser em grande parte pouco eficiente, a malha rodoviária brasileira também é conhecida pelos seus elevados pedágios, principalmente em trechos administrados pelainiciativa privada.Mesmo que nessas estradas concedidas – sobretudo nas regiões Sul e Sudeste do Brasil – o motorista possa encontrar as melhores pistas para trafegar, o valor pago para utilizá-las não condiz com a realidade econômica do brasileiro, que tanto depende deste modal.
Por exemplo, na Rio-Teresópils (BR-116), considerada a rodovia mais cara para o motorista brasileiro, é necessário desembolsar R$ 20,49 a cada 100 quilômetros percorridos. Nesta estrada, administrada pela CRT, o usuário chega a pagar R$ 12,20 por um único pedágio. No sistema Anchieta-Imigrantes, em São Paulo, chega a ser cobrada tarifa de R$ 21,20.
Vale ressaltar o impacto causado pelo desequilíbrio de uma tarifa de pedágio. A exemplo de muitas outras rodovias, o sistema Anchieta-Imigrantes é uma das mais importantes rotas de escoamento de produção do País, o que fatalmente acaba por inflar os custos das operações de transportadoras que por ela precisam trafegar e que, por fim, repassam o custo do produto transportado ao consumidor final.
FONTE: PORTAL TRANSPORTA BRASIL








