Fabricantes de lubrificantes preparam novidades

Por Freelers

- novembro 29, 2013

Inovar-Auto e particularidades do mercado desafiam empresas do setor

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Inovar-Auto e particularidades do mercado desafiam empresas do setor

Ser multiuso, adaptável a um sem-número de tecnologias e clientes com demandas distintas, algumas delas inexistentes em qualquer outro lugar do mundo: essas são as premissas da indústria de lubrificantes para atuar no mercado brasileiro. E, para isso, não basta ter tecnologia avançada. É necessário estar atento a tudo para não perder oportunidades preciosas de negócios. “O Brasil possui uma matriz de combustíveis diferente em relação a outros países, com o uso de álcool misturado à gasolina e de óleo vegetal adicionado ao diesel. Estas particularidades exigem rigorosos e constantes testes de campo para que as montadoras e fornecedores possam atender ao mercado com os produtos mais adequados”, pontua Edmilson Santana Santos, do departamento técnico da Castrol Lubrificantes.

As restrições impostas por uma legislação ambiental mais severa criam também novos desafios para os fabricantes e pesquisadores, uma vez que desempenho e eficiência não são mais apenas exigência do consumidos, mas uma necessidade. O menor consumo de combustível exigido pelo Inovar-Auto é o ponto de partida para tudo isso. Nesse sentido, explica Simone Hashizume, diretora de lubrificantes da AEA, Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, há um longo caminho a ser percorrido. “Para atingir essas metas até 2017 as empresas terão obrigatoriamente de investir em tecnologias mais modernas de produção, o que passa pelo desenvolvimento de motores mais eficientes, menos poluentes e componentes mais leves.”

Edmilson Santos, da Castrol, engrossa o coro no que diz respeito a mudanças para atender aos novos patamares de emissões: “As tecnologias empregadas nos motores, lubrificantes e demais componentes terão de ser repensadas, com ouso de materiais mais leves, diferentes configurações e, acima de tudo, aperfeiçoamento do sistema de injeção, buscando maior eficiência”. No mercado de lubrificantes, ele acrescenta: “As empresas que possuírem as tecnologias mais avançadas, de bases sintéticas especiais e maior poder lubrificante, menor viscosidade e tecnologia de aditivos mais moderna poderão auxiliar em muito neste ganho de eficiência, com a garantia de proteção aos componentes.”

FONTE: AUTOMOTIVE BUSINESS

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