Dos quase 15 mil ônibus que circulam pela cidade de São Paulo, apenas 212 usam combustíveis renováveis, segundo informações do SP1, da Rede Globo. Este número representa menos de 2% da frota. Desse total, 200 veículos são trólebus, outros 10 são movidos a etanol e 2 dependem do uso de bateria.
Em 2013, o total de veículos que usam combustíveis renováveis somavam 1.846. Este índice caiu para 656, em 2015. Atualmente, 395 ônibus rodam com 10% de biodiesel de cana de açúcar misturado com o diesel.
A lei municipal de mudanças climáticas de 2009 previa diminuir as emissões de poluentes em 30%. A ideia é que era que, até 2018, a capital não tivesse mais ônibus sem combustível renovável.
Segundo a diretora do Instituto Saúde e Sustentabilidade, Evangelina Vormittagg, “na forma em que está previsto na lei, de 100% mudar a frota sendo substituída por um biocombustível, ela não será cumprida até 2017”, disse.

De acordo com o secretário municipal de transportes, Sérgio Avelleda, houve redução na Ecofrota por ela ser cara. “É difícil você ter a ampliação da rede de trólebus na cidade de São Paulo, porque a energia está cada vez mais cara e escassa”, explica.
Um estudo realizado pelo Greenpeace mostra que há três possibilidades para o período entre 2017 e 2050, são elas, manter a frota de ônibus a diesel, trocar os veículos e implementar coletivos com combustível a biodiesel, elétrico e híbrido ou substituir 100% do diesel por transportes elétricos.
Fonte: G1
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