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Autopeças | quarta-feira, 08/11/2017 03:52

VTEX discute caminhos e as dificuldades das vendas online de autopeças

Evento “Leaders Meeting Autoparts Online” reuniu representes do setor em São Paulo
 Evento “Leaders Meeting Autoparts Online” reuniu representes do setor em São Paulo
As vantagens e os desafios do e-commerce no segmento automotivo foram debatidos neste mês, no evento “Leaders Meeting Autoparts Online” em São Paulo. O encontro, realizado pela VTEX, empresa especializada em software para e-commerce, reuniu representantes de empresas como Ford, Renault, Honda e Volkswagen.
 
O diretor de vendas corporativas da VTEX, Fabrizio Cascianelli, destacou que “com a crescente participação da nova geração no grupo de compradores, haverá uma crescente demanda pela disponibilização de produtos e serviços automotivos online”. O profissional explicou que o tipo de público passa mais de 50 horas por semana online, demonstrando que esse segmento, além de ser plugado na Internet, é composto por clientes exigentes e imediatistas. 
 
Apesar disso, Cascianelli reconheceu os obstáculos existentes para a migração da venda de autopeças online. Dentre eles estão barreiras impostas pela estrutura de distribuição e receio de conflito de canal, problemas com a digitalização de catálogo, a amplitude de estoque exigida para atuar no segmento, os riscos de erros na compra e custos de logística reversa, e o conhecimento de gestão de e-commerce.
 
De acordo com o Gestor do site Renova Ecopeças da Porto Seguro, Thiago Graciano, o que justifica a entrada de empresas no e-commerce são as melhores margens e divulgação de marca. “São dois fatores que devem ser avaliados pelas indústrias na hora de abrir um e-commerce B2C ou mesmo B2B. Muitas empresas podem melhorar os resultados atuando no online. O B2C não para de crescer e as indústrias que adaptarem os processos internos para atender esse canal vão contar com um oceano gigantesco para explorar”.
 
Para o Gerente de e-commerce do grupo União e gestor da operação Hipervarejo, Augusto Palomo, as empresas precisam seguir alguns passos para terem sucesso na modalidade de venda. “É preciso um engajamento completo da empresa para montar um canal de vendas online. O e-commerce não pode ser um apêndice do negócio. Ele é um canal estratégico que tem que ter um foco de gestão, e independência para atuar”, conclui.  
 

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