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Empresas | sexta-feira, 24/11/2017 02:15

Fábrica de cabines para caminhões da Volvo completa 20 anos

Instalação foi decisiva para a expansão da montadora no Brasil e nos demais países da América Latina
 Unidade foi decisiva na expansão da montadora no Brasil e nos demais países da América Latina
A fábrica de cabines de caminhões da Volvo está completando 20 anos. Decisiva no projeto de expansão da marca no Brasil e nos demais países da América Latina, a unidade foi instalada em 1997 no complexo industrial de Curitiba, no Paraná, que produz veículos das linhas F e VM.
 
“A produção de cabines no Brasil foi um ponto de inflexão na história do Grupo Volvo na América Latina. Ela permitiu ampliar nossos negócios na região, com novos veículos e tecnologias mais avançadas”, lembra o vice-presidente industrial do Grupo Volvo América Latina, Jorge Marquesini. 
 
Custando na época cerca de US$ 50 milhões, a instalação fazia parte de um projeto maior de expansão industrial da empresa no continente, que demandou naquele período cerca de US$ 400 milhões em investimentos no País, o maior volume de recursos aplicados pela montadora no Brasil desde sua fundação.
 
“A fábrica de cabines incluiu a operação brasileira no sistema industrial global da Volvo”, observa Cyro Martins, diretor de operações de manufatura da Volvo no Brasil. Com novas cabines, foi possível produzir no País o caminhão global da marca, o modelo FH. 
 
De 1980, quando se iniciou a produção de caminhões Volvo no País, até 1997, os veículos da linha N que saiam da linha de produção eram equipados com cabines fabricadas por uma indústria terceirizada em São Paulo. 
 
“O Grupo Volvo decidiu trazer uma plataforma nova de caminhões justamente por conta da importância do mercado local. A direção da corporação enxergou um grande potencial para seus produtos globais no Brasil e nos demais mercados latino-americanos”, explica o gerente de produção de cabines, Ângelo Prodossimo. 
 
A ampliação do parque fabril de Curitiba provocou uma mudança significativa nos negócios e na arquitetura industrial da operação de Curitiba. Foi a partir dali que a Volvo deixou de comercializar sua antiga linha NL para produzir caminhões com tecnologia avançada e da mesma qualidade dos mercados mundiais. 
 

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