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Balanço | quarta-feira, 11/10/2017 02:57

Dnit divulga resultados de pesquisa que mostra qualidade das rodovias federais

Indicador ICM apontou que, no primeiro semestre do ano, 70% das estradas estavam em boas condições
Indicador ICM apontou que, no primeiro semestre do ano, 70% das estradas estavam em boas condições
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) divulgou na última terça-feira, 11, os resultados da primeira etapa da pesquisa ICM, que inspeciona a qualidade das rodovias federais e será divulgado trimestralmente. 
 
De acordo com o levantamento, no primeiro semestre do ano, 70% das rodovias apresentaram boas condições, totalizando 36.400 km de malha rodoviária. Cerca de 30% das estradas foram consideradas péssimas e ruins. 
 
O indicador foi criado originalmente para o DNIT planejar melhor os investimentos federais e tomar decisões rápidas, com base em dados recentes e confiáveis. Mas seus resultados podem ser conferidos por todos, seja por quem usa a estrada profissionalmente ou lazer. A pesquisa é online e seus resultados, acrescido das fotografias do que é registrado pelas equipes, são enviados para uma base de dados a cada km analisado. As rodovias em pista simples são avaliadas em um sentido, considerando as duas faixas, as de pista dupla são avaliadas de forma independente para cada sentido. 
 
Se o ICM é menor do que 30, a rodovia apresenta “bom” estado de manutenção e requer apenas serviços de conserva rotineira. Se o valor do ICM estiver entre 30 e 50, a rodovia apresenta situação “regular” e requer serviços de conserva leve. Se o ICM estiver entre 50 e 70, a rodovia está em estado “ruim” de manutenção e requer serviços de conserva pesada – nível 1. Se o ICM for maior que 70, a rodovia é considerada em estado “péssimo”, o que requer serviços de conserva pesada nível 2 (mais profunda).
 
A 2ª edição será lançada em janeiro de 2018 e a partir daí sua divulgação será trimestral. O ICM de 2017 está disponível no site do DNIT. Neste índice não são incluídas as rodovias federais sob concessão.
 
Fonte: Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil
 

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